Uréia sérica

Este teste é usado para medir a fração de nitrogênio da uréia, produto final principal do metabolismo de proteína. Formada no fígado, a partir de amônia e excretada pelos rins, a uréia constitui 40 a 50% do nitrogênio não-protéico do sangue. O nível de uréia reflete a ingestão de proteína e a capacidade excretora renal, porém é um indicador menos confiável de uremia do que o nível de creatinina sérica.

Objetivos

Avaliar a função renal e auxiliar no diagnóstico de doença renal.

Auxiliar na avaliação de hidratação.

Preparação do paciente

Jejum de pelo menos 4 horas.

Valores de referência

Método: enzimático.

Valores normais: normalmente variam de 10 a 45 mg/dl,

ligeiramente mais altos em pacientes mais idosos.

Achados anormais

Níveis de uréia elevados ocorrem em doença renal, fluxo sangüíneo renal reduzido (desidratação, por exemplo), obstrução do trato urinário e em catabolismo de proteína aumentado (queimaduras).

Níveis deprimidos de uréia ocorrem em comprometimento hepático grave, desnutrição e super-hidratação.

Exames correlatos

Creatinina, urina tipo I