Tetraiodotironina
ou Tiroxina (T4L)
e Triiodotironina (T3L)
livres
Estes testes, freqüentemente
realizados simultaneamente, medem níveis séricos de tiroxina livre (T4L)
e triiodotironina livre (T3L), as diminutas porções de T4 e T3 não-ligadas à globulina de
ligação com tiroxina (TBG) e outras proteínas séricas. Esses hormônios não
ligados são responsáveis pelos efeitos da tireóide sobre o metabolismo
celular. A medição de níveis de hormônio livre é o melhor indicador da função
tireóide.
Existem controvérsias se
é o T3L ou o T4 L, o melhor indicador; portanto,
os laboratórios, usualmente, medem ambos. As desvantagens desses testes incluem
um método laboratorial complicado e difícil, inacessibilidade e custo. Esses
testes podem ser úteis em 5% dos pacientes nos quais os testes padrões T3
e T4 deixam de
produzir resultados diagnósticos.
Objetivos
•
Medir as formas metabolicamente ativas dos
hormônios tireoideanos.
•
Auxiliar no diagnóstico de hipertireoidismo ou hipotirepoidismo quando
os níveis de TBG estiverem anormais.
Preparo do paciente
Jejum de 4 horas.
Valores de referência
Método:
Fluorimunoensaio.
T3 livre: 0,3 a 0,51
ng/dl.
T4 livre: 0,7 a 1,4 ng/dl.
Achados anormais
Níveis elevados de T3L
e T4L
indicam hipertireoidismo, a menos que haja uma resistência periférica ao hormônio
tireoideano. A toxicose de T3,
uma forma distinta de hipertireoidismo, fornece altos níveis de T3L,
com valores de T4L
normais ou baixos. Níveis baixos de T4L
usualmente indicam hipotireoidismo, exceto em pacientes que estejam recebendo
terapia de reposição com T3.
Os pacientes que estejam recebendo terapia de hormônio tireoideano podem ter níveis
variáveis de T3L e T4L, dependendo da preparação
utilizada e do tempo da coleta de amostra.
Exames correlatos
Tetraiodotironina ou tiroxina (T4) e triiodotironina (T3).