Este teste é usado
para medir os níveis séricos de fósforo, o ânion primário em fluido
intracelular. As concentrações séricas anormais de fósforo usualmente
resultam de excreção inadequada ao invés de uma ingestão ou absorção imprópria
de fontes dietéticas.
Normalmente,
o cálcio e o fósforo têm uma relação inversa: se um deles está elevado, o
outro está diminuído.
Objetivo
• Auxiliar no diagnóstico
de doenças renais e desequilíbrio ácido-básico.
•
Detectar doenças endócrinas,
esqueléticas ou outras ligadas ao cálcio.
Preparação do paciente
Jejum de 6 horas.
Valores de referência
Método:
colorimétrico.
Adultos:
2,5 a 4,5 mg/dl
Crianças:
4,0 a 6,5 mg/dl
Achados anormais
Os valores séricos
de fosfato individualmente são de uso diagnóstico limitado (somente algumas
poucas e raras condições afetam diretamente o metabolismo do
fosfato), de forma que eles devem ser interpretados à luz dos resultados séricos
do cálcio.
Níveis
reduzidos de fosfato (hipofosfatemia) podem resultar de síndromes de desnutrição,
má absorção, hiperparatireoidismo, osteomalacia, alcoolismo agudo,
hipocalemia, acidose tubular renal ou tratamento da acidose diabética. Em crianças,
a hipofosfatemia pode suprimir o crescimento normal.
Níveis
elevados de fosfato (hiperfosfatemia) podem resultar de doenças esqueléticas,
leucemia mielóide, sarcoidose, tumores ósseos, fraturas em processo de cura,
hipoparatireoidismo, acromegalia, acidose diabética, obstrução intestinal
alta ou insuficiência renal. A hiperfosfatemia raramente é clinicamente
significativa, porém, pode alterar o metabolismo ósseo em casos prolongados.
Exames correlatos
Cálcio sérico, fosfatase alcalina e ácida, calciúria e fosfatúria, paratormônio sérico e vitamina D.