As biópsias de intestino delgado são utilizadas para
avaliar doenças da mucosa intestinal, que podem causar má-absorção ou diarréia.
Ela fornece amostras maiores que a biópsia endoscópica e permite a remoção
do tecido de áreas além do alcance do endoscópio.
Objetivo
•
Auxiliar no diagnóstico de doenças da mucosa intestinal.
Preparo do paciente
Instruir o paciente para restringir alimentação e líquidos
por pelo menos 8 horas antes do teste.
Assegurar-se de que os
testes de coagulação sejam efetuados e que os resultados sejam registrados no
prontuário do paciente.
Suspender aspirina e
anticoagulantes. Se estas drogas tiverem que ser continuadas, anotar isso na
ficha do laboratório.
Valores de referência
Método:
endoscopia transoral com controle
fluoroscópico
Uma amostra de biópsia
de intestino delgado consiste de vilos em forma de dedos, criptas, células
epiteliais colunares e células redondas.
Achados anormais
As alterações histológicas podem
indicar doença de Whipple, abetalipoproteinemia, linfoma, linfangecstasia,
enterite eosinofílica e infecções parasitárias ou funígicas tais como
giardiase e coccidioidomicose. Amostras anormais podem também sugerir espru celíaco,
espru tropical, gastroenterite infecciosa, sobrecrescimento bacteriano
intraluminal, deficiências de folato e de vitamina B12, enterite de radiação
e desnutrição.
Exames correlatos
Protoparasitológico de fezes, endoscopia digestiva.